Já era anoite, você quase adormecia na cama e eu calmamente deitei sobre ela, me aproximei um pouco de você e de forma quase inconsciente você passou os braços em volta de mim e suspirou. Fiquei ali entre seus braços te observando dormir por certo tempo. Adormeci. Ao amanhecer senti seus lábios calmamente encontrar os meus. Você sorria ao me olhar e eu mal conseguia abrir os olhos. Seus braços ainda envolviam meu corpo e seu cheiro já estava mais em mim do que em você. Pude perceber que minhas pernas estavam jogadas sobre as suas e que naquela noite seu corpo havia sido o meu travesseiro. Você de forma doce me desejou um bom dia, eu estava exausta, passei a mão sobre meus olhos, sorri tranquila ao perceber que aquele realmente seria um bom dia. Virei para o outro lado te permitindo sair, abracei o travesseiro com aquela minha velha mania de enrolar na cama antes de levantar. E você também com sua velha mania insistiu em me fazer despertar de uma vez. Tentou de todas as formas doces e gentis me fazer levantar dali – você sabia que se me permitisse eu ficaria ali por horas – não houve nenhum resultado sequer. Mas claramente você não mediria esforços pra me tirar dali, começou então a me fazer cocegas mesmo sabendo como eu odeio isso e em meio a risadas e a respiração um tanto ofegante levantei. Você já me olhava com aquele sorriso travesso nos lábios – agora sim, bom dia amor, toma café comigo – disseste isso com aquele tom de voz levado e um tanto desafiador. Idiota, idiota, idiota repedi com frequência enquanto você me pegava pela cintura e me conduzia até a cozinha. A gente ria, se estranhava, brincava, se amassava, se pegava, beijava e se batia pelo caminho. Riamos. Terminamos o café e eu me coloquei a te observar, você com o cabelo bagunçado, sem camisa e com aquela cara sonolenta um tanto quanto irresistível pra mim. Então percebi que meu cabelo estava amarrado de lado, eu estava usando meias um pouco longas e aquela camisa que eu recordo ter visto em você no dia anterior estava em mim. E assim passamos o resto do dia. De cabelos bagunçados, roupas amassadas, deitados no tapete da sala, disputando jogos no videogame – você era bom, mas não era palio para mim –. Víamos filmes em meio a cobertores. Ou era aquela comédia romântica rotineira ou aqueles seus inúmeros favoritos filmes de horror em que na maioria das vezes eu optava por te abraçar ao em vez de prestar atenção no que estava acontecendo na telinha. Costumávamos comer comidas congeladas e vez ou outra nos arriscávamos a fazer algo.  Eu baguncei tua rotina, você pirou com a minha cabeça. A noite vinha sorrateira e eu percebia que teu cheiro já havia se misturado ao meu e que não havia chances de separar, assim como todo o resto. Eu estava misturada a você e não havia sequer uma possibilidade de nos separar. Fazíamos então parte um do outro. Completávamos de maneira incomum. Éramos dois em um. Ana Luisa, truque-s.

Já era anoite, você quase adormecia na cama e eu calmamente deitei sobre ela, me aproximei um pouco de você e de forma quase inconsciente você passou os braços em volta de mim e suspirou. Fiquei ali entre seus braços te observando dormir por certo tempo. Adormeci. Ao amanhecer senti seus lábios calmamente encontrar os meus. Você sorria ao me olhar e eu mal conseguia abrir os olhos. Seus braços ainda envolviam meu corpo e seu cheiro já estava mais em mim do que em você. Pude perceber que minhas pernas estavam jogadas sobre as suas e que naquela noite seu corpo havia sido o meu travesseiro. Você de forma doce me desejou um bom dia, eu estava exausta, passei a mão sobre meus olhos, sorri tranquila ao perceber que aquele realmente seria um bom dia. Virei para o outro lado te permitindo sair, abracei o travesseiro com aquela minha velha mania de enrolar na cama antes de levantar. E você também com sua velha mania insistiu em me fazer despertar de uma vez. Tentou de todas as formas doces e gentis me fazer levantar dali – você sabia que se me permitisse eu ficaria ali por horas – não houve nenhum resultado sequer. Mas claramente você não mediria esforços pra me tirar dali, começou então a me fazer cocegas mesmo sabendo como eu odeio isso e em meio a risadas e a respiração um tanto ofegante levantei. Você já me olhava com aquele sorriso travesso nos lábios – agora sim, bom dia amor, toma café comigo – disseste isso com aquele tom de voz levado e um tanto desafiador. Idiota, idiota, idiota repedi com frequência enquanto você me pegava pela cintura e me conduzia até a cozinha. A gente ria, se estranhava, brincava, se amassava, se pegava, beijava e se batia pelo caminho. Riamos. Terminamos o café e eu me coloquei a te observar, você com o cabelo bagunçado, sem camisa e com aquela cara sonolenta um tanto quanto irresistível pra mim. Então percebi que meu cabelo estava amarrado de lado, eu estava usando meias um pouco longas e aquela camisa que eu recordo ter visto em você no dia anterior estava em mim. E assim passamos o resto do dia. De cabelos bagunçados, roupas amassadas, deitados no tapete da sala, disputando jogos no videogame – você era bom, mas não era palio para mim –. Víamos filmes em meio a cobertores. Ou era aquela comédia romântica rotineira ou aqueles seus inúmeros favoritos filmes de horror em que na maioria das vezes eu optava por te abraçar ao em vez de prestar atenção no que estava acontecendo na telinha. Costumávamos comer comidas congeladas e vez ou outra nos arriscávamos a fazer algo.  Eu baguncei tua rotina, você pirou com a minha cabeça. A noite vinha sorrateira e eu percebia que teu cheiro já havia se misturado ao meu e que não havia chances de separar, assim como todo o resto. Eu estava misturada a você e não havia sequer uma possibilidade de nos separar. Fazíamos então parte um do outro. Completávamos de maneira incomum. Éramos dois em um. Ana Luisa, truque-s.

Postado em March 12, 2012 às 20:58
Tags: #apx #meu sonho #realiza pf :( #nalu

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